segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Uma turma multicultural

Depois de quase um mês de estudos, nós, finalmente, apresentamos a nossa turma da Geos English Academy. Muitas risadas marcaram as nossas manhãs. Tudo isso, graças as gargalhadas e imitações do “teacher” Marc, as fantasias do Hunor e as brincadeiras dos brazucas, acompanhadas pelas do mexicano e a risada contida da francesa. O tempo foi passando e fomos nos despedindo do húngaro e de dois brasileiros. Porém essa é a imagem que permanecerá do nosso grupo que além do inglês sempre deixava escapar um francês, um espanhol e até mesmo o português... Uma troca de experiências fantástica!!!

Hunor, Indira, Antônio, Dani e Nati, Emilie, teacher Marc, Leti, João e Maitê

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

London, London


Arrumar as mochilas, ir para o aeroporto, fazer o check-in, decolar, aterrizar, passar pela imigração, seguir as orientações de localização, decifrar mapas, rotas, passar alguns sufocos, andar muuuuito, perguntar, perguntar, perguntar, desbravar uma nova cidade, uma nova língua, passar alguns perrengues e pagar micos característicos de marinheiras de primeira viagem e no final das contas rir de tudo isso e se emocionar com tudo isso. Assim podemos resumir como foi nosso último fim de semana em Londres.

Nossa primeira vez em solo inglês foi marcada por muitas histórias. Chegamos lá na sexta-feira (15/1), por volta das 21h30min (19h30min no Brasil), sem saber absolutamente nada, a não ser o nome dos lugares que queríamos conhecer. E voltamos para Dublin na segunda (18/1) à noite e mais uma vez, carregadas de momentos únicos na lembrança e certas de que apesar de ter consciência de que conhecemos muita coisa, ainda há muito o que descobrir na terra da rainha.

Londres é um grande paradoxo. Intensa, moderna, ágil, populosa, mas também completamente histórica e antiga. É incrível perceber como a arquitetura que atravessa séculos convive em perfeita harmonia com tudo que há de mais novo em termos de tecnologia. Londres é cheia de BMWs estacionadas e de repente quando se olha para o lado, lá está uma charrete daquelas que se vê em filmes de época entrando no palácio real. A Leti comentava: "as construções já estavam de pé aqui quando o Brasil não tinha sido nem descoberto". E é exatamente assim. Londres é feita de prédios requintados, de igrejas banhadas a ouro, de parques que levam a história de Peter Pan, da princesa Diana, de cabeças degoladas em praça pública, de museus, de séculos. Londres é feita de regiões destinadas ao comércio, de lojas de grife, de turistas, de metrôs subterrâneos que nos levam de uma ponta à outra da cidade em questão de minutos.

"A gente tá em Londres!!!" é a frase que nos repetíamos toda hora. Durante os três dias que ficamos lá caminhamos por toda Oxford street, voltamos a ser criança na loja da Disney; nos impressionamos com a grandiozidade e as belezas do Victoria and Albert Museum; visitamos a Tower of London e nos transportamos aos tempos dos reis e rainhas; avistamos a beleza da Tower Bridge; nos decepcionamos um tanto com a Buckingham Palace, moradia da rainha; nos divertimos com os famosos ídolos de cera no Madame Tussauds, nos encantamos com os peixes no London Aquarium, conhecemos a Plataforma 9 3/4 na estação de King´s Cross, um dos sets de gravação do Harry Potter; e atravessamos a faixa mais rock´n´roll do mundo - a Abbey Road, que deu nome a um dos discos dos Beatles.

As visitas a todos esses e mais alguns lugares dariam um livro se fossêmos descrevê-las separadamente, pois cada uma nos encanta ou toca de formas diferentes. Entretanto, um único lugar em Londres nos fez compartilhar da mesma sensação naquele momento. Era a vista do Big Ben e do London Eye à noite. Já tínhamos tirado fotos no relógio mais famoso do mundo e na roda gigante que possibilita a vista de 360º da cidade durante o dia, mas quando começou a escurecer tudo pareceu ainda mais lindo.

Uma lua perfeita se formava do lado do Big Ben, o Parlamento inglês tomava ares de castelo, o London Eye ficou maior... Londres se iluminava. Nós caminhávamos por ali. Estávamos realmente ali. Ficamos quietas. Até que uma disse: "eu vou chorar". E a outra respondeu: "eu também vou chorar". Foi então que começamos a rir.

Obs: Um beijo especial para a minha ex-teacher de inglês, teacher Neusa, que nos levou tão carinhosa e atenciosamente para passear na segunda-feira. We miss you!






Leti e a realeza inglesa

Maitê e George Clooney hehe












Nós com a techer Neusa


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O palácio da cerveja

Guinness, Leti, Guinnes e Maitê

Com tantos pubs e cervejas em Dublin, é claro que não poderíamos deixar de visitar a casa, ou melhor, a fábrica da Guinness. Isso mesmo, o lugar onde é produzida uma das melhores, para não dizer a melhor, beer do mundo. Saímos da aula e fomos, com o nosso grupo de amigos brazucas, visitar a storehouse dessa morena que completou 250 anos em 2009. Ultrapassamos os portões de St. Jame’s Gate, localizado em Dublin 8, em busca do mistério da saborosa pint (copo de chop específico irlandês).
A fórmula do “ouro negro” da Irlanda, que conquista apreciadores desde 1759, foi inventada por Arthur Guinnes. A fábrica é a mesma até hoje, porém, óbvio, com várias modificações. Nós, turistas assumidas, fotografamos cada canto destinado à visitação.
O espaço é dividido em sete andares explicando o processo de fabricação, história, campanhas, lojinha, etc. Cada um, compõe uma parte do formato da pint. O melhor floor é o último, onde podemos relaxar e beber uma Guinnes apreciando uma vista de 360º da cidade de Dublin... lindo!!!

Vista panorâmica

O melhor momento foi onde servimos a nossa própria cerveja. Mas não pense que isso é fácil!!! É uma verdadeira arte que exige técnica. Para servir uma pint ideal é preciso segurar o copo em um ângulo específico, enchê-la ¾ e deixá-la em repouso. Depois de dois minutos, com a espuma assentada, seguimos para a segunda fase. Nela, terminamos de encher o copo até a espuma chegar na borda... Depois esperamos mais um pouco e .... degustamos a beer perfeita. Ganhamos certificado e tudo!! kkkk!

The perfect pint

PS. Olha arpa, instrumento típico irlandês, desenhado no copo.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Nevasca

Para variar: neve, de novo. Confiram a vista do nosso flat!!!


Negative Temperature

Neve, frio extremo, ventos gelados, temperaturas negativas. Diversas regiões da Europa estão sofrendo com o inverno. Mas se estamos aqui, vamos curtir tudo ao máximo. Abaixo vocês podem conferir um pouco da nossa realidade... Uma produção de Maitê Vallejos e atuação de Letícia Sarturi Isaia.
Agora, resta-nos torcer para que os nossos vôos para Londres e para Paris não sejam cancelados.

Normandy Night

Nati, eu, Maitê... e a cerveja de morango

“The Poter House”. Quem estiver vindo para Dublin não pode deixar de conhecer tal lugar. Na noite desse domingo, dia 10, quando entrei, mais uma vez, no meu pub favorito, fui envolvida por uma música linda... Nas palavras da Maitê, delicada. No pequeno - para não dizer minúsculo - palco, localizado no segundo andar, um trio pra lá de amistoso, tocava uma tradicional música irlandesa.

Comovida pelo som e pelo próprio espaço, entreguei-me a irish magic presente no ar. Lembrei do que o Thiago, ex-coordenador da Egali House, disse-me duas noites atrás em um outro pub... kkkkkk!!! Como eu vou ter coragem de abandonar tudo isso. Aff, é difícil!!! Nesses poucos dias aqui, nem tudo foram flores. Passamos por dificuldades, superamos os obstáculos, mas estamos felizes... Extremamente envolvidas com o jeito de ser local.

Sliotar

Bebi a minha strawberry beer (cerveja de morango), encostei a cabeça no banco, atenta ao som, e fiquei observando cada detalhe do “The Poter House”. O teto de madeira esculpida em forma de flores, os pilares também adornados, a coleção de garrafas que enfeitam as paredes dos três andares do local. Ao retornar para casa, estamos jogadas no sofá ouvindo o cd dos nossos simpáticos músicos da “Sliotar”.

Bjs,

Leti

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Irritando Andy

Andy... Andy Anderson

Ele não é o James Bond, mas é o Andy... Andy Anderson e as dez coisas que mais o irritam são (não necessariamente nessa ordem):

1. Quem fala mal da Beyoncé
2. Pessoas que se fazem de santas, quando são ousadas
3. Ser pobre
4. Aqueles que não cantam no ritmo da música
5. Transeuntes que atrapalham o tráfego de outras pessoas
6. Pessoas que falam mal de brasileiros no mercado do exterior, mesmo, também, sendo brasileiras
7. Mosquito fazendo barulho na orelha durante a noite
8. Lojas que não tem o tamanho da roupa dele
9. Ter que ir para aula de manhã cedo e lá fora a temperatura é negativa
10. Indivíduos que se irritam fácil

Bônus Track – Pessoas que tem o lema “Sempre dificultar o que é simples”